Maleitas, pestes, mezinhas e superstições

Sabendo que a cidade do Funchal sofreu um virulento ataque de peste em 1521, com origem numa bactéria, supostamente debelado pela intervenção divina e que, volvidos 500 anos, voltamos ao combate de outra contagiosa doença, desta feita propagada por um vírus; sabendo que então, como agora, tal implicou diferentes e racionais estratégias avançadas ou não pela ciência mas, também, crenças e superstições.
Na origem dos boticários, sem saber precisar quando surgem na Europa Ocidental, sabemos que existiam especieiros, que comerciavam as mezinhas, drogas medicinais exóticas e especiarias, nas feiras e mercados.
Os médicos medievais receitavam inúmeras substâncias medicinais a maioria de origem vegetal. Existiam mesmas certas substâncias exóticas, às quais se atribuíam propriedades estranhas e especiais.
As especiarias vindas na Rota do Oriente, tais como o cravo-da-índia, a canela, ou o cardamomo enriqueciam as misturas de essências compostas por ervas e flores aromáticas europeias, como alfazema, estragão, manjerona, orégão, tomilho, manjericão e hortelã.


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Horácio Bento de Gouveia
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